E agora Jose?
As férias acabaram.
O dinheiro acabou.
A minha coluna tá acabada.
Não descansei.
Me acabei.
Fim!
No ar que eu respiro eu sinto prazer de ser quem eu sou, de estar onde estou!
domingo, 30 de julho de 2017
quarta-feira, 12 de julho de 2017
Expectativa das Férias
Ferias são um misto de emoções. Eu quero poder acordar mais tarde, me divertir um pouco com as crianças e flexibilizar meus horários.
Mas por outro lado, sem dinheiro, sem poder viajar, o q sobra mesmo pra mim nas ferias é mais bagunça em casa pra eu arrumar, mais comida pra eu fazer, mais louça pra eu lavar...
A vida doméstica é um saco e está me estressando demais. Não sou mais a mesma! Disposição e paciência zero! EU preciso de férias, EU preciso descansar, EU preciso passear... um pouco de EU no meio da familia me faria muito bem.
Mas por outro lado, sem dinheiro, sem poder viajar, o q sobra mesmo pra mim nas ferias é mais bagunça em casa pra eu arrumar, mais comida pra eu fazer, mais louça pra eu lavar...
A vida doméstica é um saco e está me estressando demais. Não sou mais a mesma! Disposição e paciência zero! EU preciso de férias, EU preciso descansar, EU preciso passear... um pouco de EU no meio da familia me faria muito bem.
segunda-feira, 10 de julho de 2017
Tudo deu certo com as notas
Foi um estresse danado, teve criança desistindo da matéria, teve mãe surtando e no final deu tudo certo!
E eu aprendi algumas coisas: eu nao tenho como controlar tudo. Minha filha tem bastante noçao do q sabe ou nao (estranho, mas eu nao tinha certeza disso). E realmente uma notinha fora do padrao nao é o fim do mundo. O q é mais importante é q a criança se esforce.
E eu louca aqui pelas ferias! 2 semanas sem hora pra acordar! Pra qdo voltar já começarem provas de novo! Afff
E eu aprendi algumas coisas: eu nao tenho como controlar tudo. Minha filha tem bastante noçao do q sabe ou nao (estranho, mas eu nao tinha certeza disso). E realmente uma notinha fora do padrao nao é o fim do mundo. O q é mais importante é q a criança se esforce.
E eu louca aqui pelas ferias! 2 semanas sem hora pra acordar! Pra qdo voltar já começarem provas de novo! Afff
terça-feira, 4 de julho de 2017
Estresse das provas
Ando revivendo aqueles períodos chatos de provas através da minha filha mais velha. Confesso q ando com dificuldade de lidar com as dificuldades dela. Me irrito com a falta de atenção e com a preguiça. Como vou fazer pra diblar esses percaussos?
Até agora a gente conseguiu superar bem as dificuldades até agora, qdo a tal da conta de dividir entrou no circuito. Bicho de muitas cabeças pra ela e um grande desafio pra mim ter q ajuda-la.
Sei que uma nota baixa nao é o final do mundo e q tudo pode se ajeitar até o final do ano. Mas o conforto de boas medias me agrada ; e o medo que essa dificuldade vire uma insegurança maior me assusta!
Eu sigo por aqui tentando explicar, rezando, fazendo simpatias, fazendo o q eu possoo. Bia sorte ora gente!
Até agora a gente conseguiu superar bem as dificuldades até agora, qdo a tal da conta de dividir entrou no circuito. Bicho de muitas cabeças pra ela e um grande desafio pra mim ter q ajuda-la.
Sei que uma nota baixa nao é o final do mundo e q tudo pode se ajeitar até o final do ano. Mas o conforto de boas medias me agrada ; e o medo que essa dificuldade vire uma insegurança maior me assusta!
Eu sigo por aqui tentando explicar, rezando, fazendo simpatias, fazendo o q eu possoo. Bia sorte ora gente!
segunda-feira, 3 de julho de 2017
Minha Cidade Querida!
Eu sou carioca de alma, coração e nascimento, apaixonada pela minha cidade, defensora dos meus conterrâneos e de nosso jeitão que nem sempre é compreendido pelos reles mortais.
Nunca fui muito sensível ao alarmismo, nunca deixei de fazer minhas coisas, ir aonde eu quisesse ir e praticar minhas carioquices explícitas. Aliás, essas carioquices é que me encantam. Colocar um chinelo e passar o dia no aterro do flamengo, tomar um chopp num barzinho, visitar os inúmeros eventos ao ar livre que encantam tanto nos nativos quanto os de fora.
Mas o que essa cidade tem experimentado nos últimos anos é desanimador, é desesperador, é desumano. Todos estamos entregues a nossa própria sorte. Não há como se proteger, não há como evitar, não há mais hora nem local.
Quem deveria nos representar e nos ajudar são os que mais nos prejudica. Nossa vida não vale mais nada. Não temos mais dignidade, direito a vir e vir, funcionários públicos não recebem salário. Não sei o que mata mais nessa cidade: se é a de segurança pública ineficiente e corrupta ou a saúde pública falida e moribunda.
O que será dessa cidade do Rio de Janeiro?
Nunca fui muito sensível ao alarmismo, nunca deixei de fazer minhas coisas, ir aonde eu quisesse ir e praticar minhas carioquices explícitas. Aliás, essas carioquices é que me encantam. Colocar um chinelo e passar o dia no aterro do flamengo, tomar um chopp num barzinho, visitar os inúmeros eventos ao ar livre que encantam tanto nos nativos quanto os de fora.
Mas o que essa cidade tem experimentado nos últimos anos é desanimador, é desesperador, é desumano. Todos estamos entregues a nossa própria sorte. Não há como se proteger, não há como evitar, não há mais hora nem local.
Quem deveria nos representar e nos ajudar são os que mais nos prejudica. Nossa vida não vale mais nada. Não temos mais dignidade, direito a vir e vir, funcionários públicos não recebem salário. Não sei o que mata mais nessa cidade: se é a de segurança pública ineficiente e corrupta ou a saúde pública falida e moribunda.
O que será dessa cidade do Rio de Janeiro?
domingo, 2 de julho de 2017
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